WELLINGTON

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Quando Ir?
O clima da Nova Zelândia é uma espécie de clima marítimo e varia entre o sub-tropical no norte e o clima temperado frio no sul do país. O clima é influenciado pelo mar e pelas montanhas e pode sofrer mudanças rápidas durante o dia mesmo. As montanhas dividem o país em diferentes zonas climáticas, particularmente na Ilha do Sul. A costa oeste é a área mais chuvosa do país, enquanto a 100 km de distância a área leste das montanhas é a mais seca do país. As chuvas da Ilha do Norte são mais regularmente distribuídas. Durante o inverno a neve pode cair em ambas as ilhas.
 
A maioria da Nova Zelândia tem uma precipitação anual, que varia entre 60o e 1.600 mm. A precipitação é distribuída ao longo do ano com um verão seco nos meses entre dezembro e fevereiro.
 
Os meses de verão aqueles entre dezembro e fevereiro são quentes e brilhantes e os dias são ensolarados e quentes e as noites mornas. O outono de março a maio tem bom tempo, mas é um pouco mais fresco que o verão.
 
O inverno (junho-agosto) é frio e chuvoso em particular na Ilha do Norte, enquanto nas montanhas aparece a neve. Algumas áreas da Ilha do Sul recebem pouca chuva no inverno. Isso torna uma visita agradável apesar das baixas temperaturas, enquanto ao longo da costa oeste caem chuvas fortes.
 
A primavera (setembro-novembro) tem um clima bastante variável com mudanças bruscas e o clima pode variar entre quente e frio durante o dia inteiro.
 
Os meses mais quentes são os de verão entre dezembro e fevereiro com temperaturas, que variam entre 20°C e 30°C, enquanto os meses mais frios encontram-se entre junho e agosto com temperaturas, que variam entre 10°C e 15°C.
A temperatura da água do mar varia muito entre a Ilha do Norte e a Ilha do Sul. Na Ilha 
do Norte as temperaturas do mar excedem 20°C durante os meses de verão, que encontra-se entre janeiro e março, enquanto na Ilha do Sul as temperaturas do mar chegam a 18°C em fevereiro. As temperaturas de inverno caem para 12°C na Ilha do Sul e para 15°C na Ilha do Norte.
O que Fazer?
Dificilmente um visitante recém-chegado fica sem ter o que fazer em Wellington. Mas, infelizmente, boa parte dos turistas usa seus dias na capital da Nova Zelândia apenas como um ponto de passagem no roteiro, deixando de aproveitar as atrações da cidade mais interessante do país. Só para ter uma ideia, Wellington foi chamada pela Lonely Planet como a menor capital mais legal do mundo.
 
A Nova Zelândia é conhecida por suas paisagens naturais, e é atrás delas que os turistas desembarcam no país. Em Wellington, no entanto, os visitantes têm a chance de conhecer como é a vida urbana do outro lado do mundo.
 
Ok, talvez você pense que já terá acesso a isso quando desembarcar em Auckland, ponto de partida de quase todos os roteiros pela Nova Zelândia. Mas Auckland é uma metrópole que há muito perdeu sua identidade, ficando grande demais para o tamanho do país. É ao programar o que fazer em Wellington que de fato um visitante entenderá como é, em escala adequada, o dia-a-dia dos que vivem na Nova Zelândia. E será impossível não se apaixonar pelo país e querer nunca mais sair de lá.
 
Oficialmente chamado “Museum of New Zealand Te Papa Tongarewa”, o Te Papa é o maior e mais completo museu do país.
Em um enorme edifício de seis andares, bem no meio do porto de Wellington, o Te Papa não passa despercebido por nenhum visitante da cidade. Reservar (pelo menos) um dia para visitar o Te Papa é ponto obrigatório na lista do que fazer em Wellington de qualquer um, mesmo àqueles que programem apenas uma passagem rápida pela cidade.
 
Visitar o Te Papa é essencial para fazer a devida imersão no que é a vida e a cultura na Nova Zelândia antes de sair viajando pelo país.
Aos que estiverem com o tempo contado, deem preferência aos setores onde é apresentada a cultura maori na Nova Zelândia, especialmente caso seu roteiro não inclua paradas em Waitangi ou Rotorua. Outras sessões igualmente interessantes são as que mostram a história recente do país, a história da arte neozelandesa e a chamada “Awesome Forces”, que apresenta a geologia e inclui uma casa onde há a simulação de um terremoto.
 
O Te Papa fica aberto todos os dias do ano (exceto no Natal) e tem entrada gratuita.
Cuba Street e o centro de Wellington
 
Mesmo com todas as suas atrações, o mais interessante a se fazer em Wellington é curtir o clima da cidade. Para isso, a melhor atitude é andar e explorar os restaurantes, cafés, pubs e bares que se concentram em suas ruas mais movimentadas, a Cuba Street e a Courteney Place.
 
Na Cuba Street estão os pontos mais descolados, com artistas de rua, grafite e esculturas ao ar livre. Na Courteney estão as lojas maiores e mais tradicionais. Em ambas, no entanto, o movimento é o mesmo dia e noite. Caminhar por ali é a maneira mais eficaz de se apaixonar pelo clima de Wellington.
 
O centro também é a melhor região para ficar hospedado em Wellington. Em nossa primeira vez na cidade nós ficamos hospedados no Base Wellington, um albergue com quartos privados muito bons, bem próximo da Courteney.
Veja outras opções de hospedagem em Wellington.
 
O Jardim Botânico e o Zealandia
Em um trecho mais formal da capital da Nova Zelândia, onde estão as embaixadas e representações consulares, fica o ponto de partida do Wellington Cable Car, um elevador em plano inclinado, sempre presente nos cartões postais da cidade.
A viagem morro acima parte da Lambton Quay e segue até o Jardim Botânico de Wellington, um lugar ótimo para fazer uma caminhada por suas alamedas e tirar fotos.
 
Mais adiante, a 30 minutos de caminhada, fica o Zealandia, um santuário ecológico repleto de pássaros nativos, incluindo o mais famoso deles, o kiwi, símbolo do país. Opcionalmente, do topo do cable car parte um serviço de shuttle em micro-ônibus gratuito entre o Jardim Botânico e o Zealandia.
 
The Beehive, o parlamento da Nova Zelândia
Seguindo pela Lambton Quay, em uma edificação que mais parece uma colmeia de abelhas feita em concreto, fica a sede do parlamento neozelandês. Com seu formato de gosto duvidoso, a população de Wellington rapidamente apelidou a nova sede do governo de “The Beehive”, a colmeia, em inglês.
 
Visitar o parlamento pode ser desinteressante para muitos, mas no Beehive existem tours guiados, gratuitos, de hora em hora, que ajudam a explicar toda a estrutura política da Nova Zelândia. O passeio apresenta politicamente o país, que foi o primeiro a conceder direito a voto às mulheres e que hoje possui cadeiras reservadas a representantes da minoria maori. Para quem gosta do tema, o tour é fundamental para entender a formação atual da Nova Zelândia.
 
A igreja de Old Saint Paul
A algumas ruas atrás do parlamento fica a antiga catedral de Wellington, a igreja de Old Saint Paul. Toda feita em madeira, incluindo seus arcos ogivais, a igreja é uma mostra de como a arquitetura neogótica anglicana teve que se adaptar a realidade de um país onde os tremores de terra são frequentes.
 
Hoje a catedral foi transferida a outra igreja, próxima dali, mas a antiga segue em funcionamento e é muito disputada por turistas e pela população local, que frequentemente a utiliza para eventos religiosos. Para visitá-la, prefira os dias de semana, quando as chances são menores de que esteja reservada a algum evento particular.
 
O Mount Victoria
No outro extremo do centro da cidade, o Mount Victoria separa a região central de Wellington dos bairros mais ao sul, próximos do aeroporto. Numa longa caminhada é possível ir do centro ao mirante que há no topo da colina, mas o método mais fácil é ir com um veículo alugado.
 
Do alto do Mount Victoria é possível ter as melhores vistas da cidade e entender como se deu a formação geológica da capital da Nova Zelândia, moldada ao longo de anos por seguidos tremores de terra.
A praia de Oriental Bay
 
Quando se imagina o que fazer em Wellington, ir à praia dificilmente entraria no roteiro de qualquer um. Mas Wellington é uma cidade surpreendente até neste ponto.
Ok, o tempo na cidade não colabora e a capital da Nova Zelândia é mais conhecida por seus ventos gelados do que por um clima propício a um banho de mar, mas dependendo da época de sua visita, pode acontecer.
 
A Weta Cave
Aos aficionados por cinema, como nós somos, Wellington ainda ganhou, em anos recentes, um ponto turístico extra, a sede da Weta.
Weta é a empresa de efeitos visuais neozelandesa que desenvolveu a parte técnica de O Senhor dos Anéis, o filme que colocou, em novas proporções, a Nova Zelândia na rota turística mundial.
 
Localizada no simpático bairro de Miramar, a Weta possui uma loja de produtos relacionados aos seus filmes, a Weta Cave e de lá partem tours organizados pelos bastidores da empresa. Ao longo do passeio, chamado Weta Workshop, caso feito em dias de semana, é possível ver a equipe trabalhando nas produções recentes e acompanhar todo o processo de produção de artefatos cinematográficos.
Como Chegar?
Um voo para a Nova Zelândia por mais rápidas que sejam as conexões, é cansativo e leva várias horas de viagem. Não há voos diretos partindo do Brasil, nem voos com companhias brasileiras até a cidade, então será necessário comprar sua passagem com uma empresa estrangeira que viaje até Wellington. Devido aos acordos entre companhias aéreas brasileiras e estrangeiras, você pode conseguir comprar um voo partindo de sua cidade, mesmo não sendo ela São Paulo ou Rio de Janeiro, onde ficam os maiores aeroportos de nosso país. 
 
Partindo de São Paulo/Guarulhos, há voos para a Nova Zelãndia com companhias como a Qantas (conexão em Santiago), Qatar (conexão em Doha), Emirates (conexão em Dubai), Delta (conexão nos Estados Unidos) e South African (conexão em Joanesburgo). Além dessas empresas, ainda é possível voar com a Air China, KLM, Air France, Air Canada etc., mas nem sempre os voos com essas empresas compensam. 
 
O Wellington International Airport está localizado a 8 Km ao sudeste do centro de Wellington no subúrbio de Rongotai. O trânsito de Wellington pode ser talvez um pouco conturbado, principalmente durante o início e fim do horário comercial, então planeje-se para fazer seus deslocamentos com antecedência. 
 
Grande parte dos navios de cruzeiro chegam ao ancoradouro de Wellington, em Aotea Quay, a 20 minutos de caminhada do centro da cidade. Alguns navios menores atracam em Queen's Wharf, bem no centro da cidade.
 
Na chegada, você é recebido por moradores locais simpáticos e prestativos que podem fornecer mapas e informações importantes, como onde encontrar casas de câmbio. No terminal de cruzeiros de Wellington, você pode encontrar informações ao visitante, além de telefone, internet e banheiros.
 
Vá a pé
Wellington é uma cidade compacta, ideal para ser explorada a pé. Ótimas lojas podem ser encontradas na Lambton Quay. Alguns dos melhores restaurantes, cafés e bares da Nova Zelândia estão na Courtney Place, a cerca de 35 minutos a pé da Aotea Quay ou a 15 minutos a pé da Queen's Wharf.
 
Ônibus públicos
É fácil se locomover no interior da cidade e nos subúrbios da região na moderna rede de ônibus públicos de Wellington. Um ônibus em direção ao centro da cidade custará aproximadamente $ 2,00. Viagens de ônibus para o subúrbio custarão de $ 3,00 a $ 5,00.
 
Táxis
Os táxis podem levar você ao centro da cidade de Wellington desde Aotea Quay ou Queen's Wharf. Os táxis corporativos aceitam dólares neozelandeses e os principais cartões de crédito.
 
Balsa
A balsa East By West do porto de Wellington oferece uma conexão entre a cidade (Queens Wharf) e a vila costeira de Days Bay, no lado nordeste do porto de Wellington, com uma parada opcional na Matiu/Somes Island, uma reserva científica livre de predadores no meio do porto de Wellington. O ingresso só de ida custa $ 10,00.
Dicas
Documentação
No aeroporto o visitante recebe uma permissão de estadia no País de três meses que podem ser prolongados antes de sua data de expiração, em qualquer escritório da imigração (Immigration Office) no País, por até no máximo nove meses.
 
No desembarque pode ser solicitada uma comprovação de provisão de fundos durante a estadia na Nova Zelândia de NZ$ 1.250,00 (mil dólares Neozelandeses) para cada mês, este valor pode ser comprovado em espécie, travel cheque ou fatura do cartão de crédito, o mesmo é exigido na extensão do visto ou permissão nos escritórios da imigração. Ou NZ$ 400,00 (quatrocentos dólares Neozelandeses) e evidência de acomodação pré-paga. Após o período de 12 meses como visitante você deverá ficar fora da Nova Zelândia por 12 meses ou mais para então poder retornar ao País como turista novamente.
 
Os funcionários da Imigração na Nova Zelândia são prestativos e cuidadosos, sempre pacientes e com disposição de passar de forma clara e simplificada todas as informações necessárias para a extensão ou troca de seu visto ou permissão.
Quem possui passaporte Brasileiro não precisa de visto para entrar na Nova Zelândia, e pode permanecer lá, como turista ou estudando, por até 3 meses.
É necessário apenas:
 
Passaporte válido
Passagem de ida e volta (Importante: para evitar problemas na imigração o retorno deve estar marcado para, no máximo, 3 meses após a entrada na Nova Zelândia)
Comprovante que possui dinheiro suficiente para se manter na Nova Zelândia pelo período desejado (pelo menos NZ$ 1.250,00 por mês dólares neozelandeses) (através de traveler cheque, dólares, cartão de crédito ou cartão pré-pago de viagem)
Comprovante da reserva de hotel na Nova Zelândia ou endereço onde ficará hospedado.
Vacina
A Vacina da Febre Amarela não é necessária para entrar na Nova Zelândia. Embora pouco se fale a respeito da necessidade da vacina, ela realmente não é exigida, mas se você tiver se vacinado, não tem problema. Em todo caso, ressaltamos a necessidade de ter um comprovante internacional de vacinação, que é emitido pela ANVISA e deve atestar que a vacina foi tomada 10 dias antes da viagem. Na hora do embarque no Brasil, a companhia aérea pela qual você fará a viagem também poderá exigir o certificado de vacinação.
 
Moeda
A moeda utilizada na Nova Zelândia é o Dólar neozelandês. O código de moeda é o NZD, O dólar neozelandês não é tão fácil de ser encontrado para compra no Brasil e se você pretende comprá-lo em território brasileiro, provavelmente terá que fazer uma reserva na casa de câmbio de sua preferência. Além do dinheiro em espécie, cartões de crédito e dos cartões pré-pagos, uma outra maneira de ter dinheiro na Nova Zelândia é sacando nos caixas eletrônicos na chegada ao país. 
 
Horário
A Nova Zelândia é um dos primeiros lugares do mundo a ver o novo dia, 12 horas à frente de GMT (Hora Média de Greenwich).
 
No verão, a Nova Zelândia adota o "Horário de Verão", com os relógios sendo avançados em uma hora para GMT +13. O horário de verão começa no último domingo de setembro e termina no primeiro domingo de abril do ano seguinte, quando os relógios são postos de volta para GMT+12.
 
As pessoas que saem do Brasil e viajam para a Nova Zelândia levam alguns dias até se acostumarem com o novo horário, então, na hora de programar o roteiro de sua viagem, reserve também um tempo para descansar considere que a própria viagem de avião será cansativa e que os primeiros dias de viagem serão exaustivos pela falta de costume ao novo horário. 
 
Leis
Esteja atento ao fato de que as leis na Nova Zelândia são bem diferentes das do Brasil e que um ato que parece simples e inofensivo pode provocar multa e fazê-lo desembolsar um bom dinheiro a fiscalização é mais severa, assim como a aplicação de penalidades. Beber e fumar em locais públicos pode ser proibido, então esteja sempre atento às placas ao redor. Atravessar uma rua fora da faixa ou em momento impróprio, fumar em local fechado ou colocar os pés no assento do trem podem gerar multa, beber na praia também, por exemplo. 
 
Segurança
 A Nova Zelândia é considerado um dos países mais seguros do mundo e ocupa a quarta posição, segundo o Global Peace Index, realizado pelo Instituto de Economia e Paz (IEP), além de ocupar o nono lugar em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

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