VALLE NEVADO

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Quando Ir?
Há duas estações distintas na região da Patagônia: uma de sol e vento, e outra de frio e neve. Por isso, o calendário é um dos fatores mais importantes na hora de definir a viagem. Em cada época, um novo cenário toma conta de campos e montanhas.
 
Durante o verão, os dias são longos e a temperatura, mais amena. A média fica em torno de 13°C a 20°C.  Porém os fortes ventos, que chegam a 120km/h, podem tornar a sensação térmica bem mais baixa. Com a luz brilhando por mais tempo o sol nasce às 4h e se põe às 23h, o turista pode fazer passeios mais longos e observar a fauna e a flora, que nessa época estão no auge. É um bom período para caminhadas, trekking e para a observação dos lagos cristalinos.
 
No outono, a natureza troca de cor. Os tons de ocre, amarelo e laranja tomam conta da paisagem, que ganha um ar romântico e convidativo aos casais. Esse período tem o pôr do sol mais bonito, porém as chuvas estão mais presentes. A temperatura se mantém amena até junho, quando começa a dar sinais de chegada a estação fria.
 
O inverno proporciona um espetáculo inigualável. A paisagem troca de cor para o branco-neve. O começo da estação ainda permite caminhadas pelas montanhas. O céu enche-se de flocos e o turista sente-se convidado a aproveitar ainda mais os vinhos e a alta gastronomia local. Os dias são mais curtos o sol nasce às 9h e se põe às 17h e a temperatura mínima chega a 0°C, mas não se assuste: os dias são claros e a ausência de vento torna os passeios pela neve bem agradáveis.
 
A baixa temporada é a melhor oportunidade para aproveitar a Patagônia sem esbarrar em outros grupos de turistas. Você sentirá que é o desbravador daquela região. O auge do inverno acontece nos meses de julho e agosto, quando alguns hotéis fecham as portas e nem todos os passeios são possíveis, devido ao volume de neve.
 
Em setembro, a neve vai embora. A chegada da primavera traz as flores e a alta da temperatura. A vida renasce e os animais reaparecem. A paisagem torna-se mais colorida, os campos ganham verde intenso e os filhotes dos guanacos chegam para animar os visitantes.
 
Chuvas
Ocorrem mais frequentemente em abril e maio (outono), mas também podem ser encontradas entre novembro e janeiro. No inverno, as chuvas são quase inteiramente de neve, resultando numa paisagem inesquecível.
O que Fazer?
Ir à Patagônia e não ver as Torres del Paine é quase tão absurdo quanto estar em Paris e deixar de visitar a Torre Eiffel. A comparação não para por aí; a emoção provocada à primeira vista é intensa nos dois casos e a vista mais bonita nunca será a de cima dos dois monumentos. Afinal, do topo de cada um, vê-se de tudo, menos o mais importante: eles mesmos.

Resumir a Patagônia Chilena a enormes picos radicais pode ser um exagero, porém qualquer caderno de viagem dessa região trará na capa essa imagem. Como um álbum de fotos não é feito de figurinhas repetidas, a Patagônia está lá para ser minuciosamente explorada. Não haverá arrependimento em diversificar os passeios. Pelo contrário: outras paisagens, tão deslumbrantes quanto as Torres del Paine, são facilmente encontradas.
 
A variada geografia permite ao viajante fazer todos os tipos de turismo ecológico. Para os mais preguiçosos, uma van deixa o visitante nas melhores paisagens, com o maior conforto. Aos que preferem a água, a melhor opção é usar caiaque ou rafting para ficar ao lado de fiordes e lagos; no entanto, para ver as geleiras, o trajeto não precisa ser obrigatoriamente de caiaque, pois barcos e lanchas rápidas fazem essa viagem com muito conforto. Se a ideia é ter tempo para contemplar a natureza, caminhadas e trekkings dão a sensação de ser abraçado pela imensidão patagônica.
 
Quando um pouco de velocidade é bem-vinda, cavalgadas ajudam em trajetos mais difíceis. Você é muito radical e nada disso parece interessante? Escaladas, montanhismo, mountain bike, corrida de aventura e travessias de vários dias são algumas das opções oferecidas aos visitantes da Patagônia.

Os roteiros são extremamente variados, tanto no preço quanto na rota, e agências e hotéis oferecem pacotes próprios de emoções; ninguém fica de fora, nem mesmo os que passam pela região com tempo contado: há muitos passeios de meio dia, mas os roteiros podem chegar a 15 dias, uma verdadeira imersão nessa imensidão selvagem.
Como Chegar?
A viagem para a Patagônia chilena (Torres del Paine) demanda quase um dia de ida e um de volta. Para quem não está em São Paulo ou no Rio de Janeiro, o caminho fica ainda mais comprido, já que apenas as duas cidades oferecem voos para Santiago. 
O primeiro trecho para a capital chilena tem duração de quatro horas.
 
Na sequência, deve-se pegar um voo de 4h15min para Punta Arenas, aeroporto mais próximo de Puerto Natales e do Parque Torres del Paine com escala em Puerto Montt (não é preciso descer do avião).
 
O último trecho é um deslocamento terrestre. Punta Arenas dista 250km, ou 3 horas de Puerto Natales. Alguns hotéis oferecem o transfer gratuitamente. No aeroporto há ônibus que fazem o mesmo trajeto por US$ 8. São três empresas: Buses Fernandez, Buses Pacheco e Bus Sur. Ônibus saem das 7h até as 20h, quase de hora em hora.
 
O deslocamento todo é longo e cansativo; por isso, muitos turistas optam por permanecer uma noite em Punta Arenas e só realizar o trecho terrestre no dia seguinte. Chegando a Puerto Natales, o turista que estiver hospedado próximo ao Parque Torres Del Paine deve pegar um transfer ou um dos ônibus que levam até a entrada do parque.
 
Voos do Brasil até Santiago são operados pela Latam Brasil e Latam Chile e entre Santiago e Punta Arenas você pode ir de Latam Chile ou de SKY.
Dicas
Documentação
Para ir ao Chile não é necessário passaporte nem visto, basta um RG original. A CNH serve apenas para alugar carros, não para entrar no país. Caso utilize o RG, é recomendável ter um documento recente, em que seja fácil identificar a foto do portador. 
 
Não é obrigatória a apresentação de seguro-viagem e nenhum tipo de vacina específica para entrar no Chile.
Língua
A língua oficial é o espanhol, mas o inglês é comumente falado em ambientes turísticos.
 
Moeda
A moeda local é o peso chileno (CLP). O dólar é aceito apenas em atividades turísticas. Caixas eletrônicos são encontrados apenas em Puerto Natales.
 
No Chile, as gorjetas são de 10% em restaurantes. Não é comum a gorjeta para taxistas, porém, nos passeios, é provável encontrar caixinhas de gorjeta para os guias.
 
Caixas eletrônicos e casas de câmbio são encontradas no aeroporto de Punta Arenas e também em Puerto Natales. Cartões de crédito e débito são bem aceitos nas cidades e em pontos turísticos. No Parque Torres del Paine não há caixas eletrônicos e cartões não são aceitos; por isso, é sempre bom ter a moeda em mãos.
 
Fuso Horário
 De março a setembro: -4 GMT; de setembro a março: -3 GMT (o mesmo de Brasília).
 
Tomada
A rede elétrica é 220V e as tomadas são de duas e três pontas redondas (estilo europeu).
 
Roupas
 Roupas de frio são importantes durante todo o ano. O clima na Patagônia é imprevisível; esteja preparado para tudo. Capa de chuva e botas especiais de trekking são bem-vindas. Gorro e luva devem sempre estar na mochila.
 
Não deixe de levar protetor solar, hidratante labial e óculos escuros. No inverno, a pele fica ressecada e pode queimar com o frio. No verão, o óculos escuros e o protetor solar são essenciais para os passeios.
Hotéis de Luxo
Não é preciso se hospedar em hotéis de luxo para aproveitá-los. Muitos oferecem almoço, jantar, Day Spa e outros serviços para quem não é hóspede.
 
Segurança
A região da Patagônia tem baixíssimo índice de criminalidade. Dificilmente são registrados furtos, roubos ou ocorrências mais graves.

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