ISRAEL

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Quando Ir?
Seco e quente no verão. Úmido e com temperaturas amenas no inverno. O “resumo” parece ser possível para um país como Israel, que tem o tamanho do menor estado brasileiro. Porém, apesar da pequena extensão, a rica geografia local contribui para grandes variações climáticas. O fenômeno leva o viajante do calor intenso nas praias e desertos durante o verão às montanhas cobertas de neve no inverno.
 
Na hora de escolher quando visitar Israel, é muito importante levar em consideração as condições climáticas, pois elas podem influenciar muito durante a visita. O fator clima, no entanto, não é o único que deve ser consultado pelo viajante. O país, cercado de tradições religiosas, é rico em datas comemorativas que podem aumentar bastante o número de turistas nas ruas, assim como os preços de hotéis e passeios. Veja algumas dicas que podem ajudar na hora de definir a melhor época para a sua viagem.
A região do Deserto de Negev e do Mar Morto, ao sul de Israel, costuma ser muito quente e seca. O tempo fica mais ameno apenas no inverno, quando a temperatura cai poucos graus e permite um passeio mais agradável. Em outros períodos, a caminhada pelas ruínas de Massada pode ser um grande sacrifício, especialmente para quem pretende encarar a subida a pé.
 
Mas se ideia é curtir o clima nativo, nada como um passeio pelos Kibutz, uma aventura em um veículo 4x4 ou montado em um camelo no Deserto da Judeia. A exceção para o tempo extremamente seco é a região de Eilat. No extremo sul do país, entre o deserto e o Mar Vermelho, a cidade é um paraíso com clima agradável todo o ano, onde vários resorts e áreas para prática de esportes aquáticos e de aventura fazem a felicidade dos visitantes.
 
À beira do Mediterrâneo, na faixa litorânea, os termômetros apresentam poucas variações entre as estações. O verão é quente, seco e excelente para quem gosta de praia. Já os invernos são mais chuvosos, porém com agradáveis temperaturas, o que permite a visita durante todo o ano. Não há extremos em nenhum dos períodos. Nesta área estão cidades como Tel Aviv e Haifa, onde visitas são bem vindas nas quatro estações.
 
Nas regiões montanhosas, como Jerusalém (centro) e Safed (ao norte), a prevalência é de clima seco e com temperaturas amenas no verão. O inverno costuma ser mais rigoroso e com muita chuva. É comum que no auge do frio algumas áreas fiquem cobertas de neve, especialmente nos pontos mais altos (é raro, porém também neva em Jerusalém). Até mesmo durante o verão as noites costumam ser frias, por isso é imprescindível estar sempre com casaco na mala.  
 
Dependendo da época que você estiver no país, poderá viver um dia de sol na praia do Mediterrâneo e no momento seguinte ver da janela uma bela camada de neve cobrindo Jerusalém. Se você prefere dias com temperaturas mais amenas, o ideal é viajar durante a primavera e outono, quando o calor e o frio não são extremos em nenhuma região.
 
Durante o verão os dias são bem mais longos, com média de 12 horas de sol, enquanto no inverno o sol permanece no céu por apenas 5 horas. Vale lembrar que no hemisfério norte as estações do ano são opostas ao Brasil, ou seja, por lá o verão é no meio do ano e o inverno no final.
O que Fazer?
Tradicionalmente conhecido por Jerusalém, Israel surpreende e oferece atrações para todos os gostos. A pequena dimensão territorial do país pode dar ao visitante a falsa impressão de ter pouco a visitar. Não se engane! Independente do turismo religioso, Israel oferece incríveis sítios históricos, como Massada, Acre e Cesareia; paisagens naturais belíssimas que vão do Deserto de Negev ao surreal Mar Morto; a cosmopolita e modernosa Tel-Aviv, que tão bem convive com a história de Jaffa; surpreendentes praias ao longo de toda a costa até o balneário de Eilat; além do famoso roteiro religioso que envolve o país, especialmente as regiões da Galileia, Haifa, Nazaré e Jerusalém, além dos territórios palestinos de Belém e Jericó. São tantos lugares de fundamental importância religiosa em Israel que parte do território é conhecida também como Terra Santa. 
A curta distância entre as atrações, sejam elas religiosas ou não, é uma das grandes vantagens do país. Você poderá facilmente percorrer todo o território e explorar várias cidades com viagens de poucas horas. Não se prenda apenas ao roteiro da Via Sacra, na famosa Jerusalém. Aproveite para conhecer tudo o que Israel tem a oferecer. 
 
Organizar uma viagem para Israel pode não ser uma tarefa fácil, porém o motivo é dos melhores! São tantos lugares para conhecer que fica difícil decidir o roteiro. O país, com dimensões pequenas, é um convite a percorrê-lo por completo. A oferta de hotéis é excelente, as estradas bem sinalizadas e é muito tranquilo fazer todo o roteiro por conta própria. Porém, nem sempre o turista está disposto a organizar estadia, transporte e rotas. É nesta hora que entram em cena os passeios de empresas de turismo. Eles são um grande facilitador no país, especialmente para quem não está com tempo de montar o roteiro da viagem ou simplesmente quer curtir e não se preocupar com nada.
 
Os passeios em Israel são acompanhados por guias credenciados pelo Ministério do Turismo e seguem um rígido controle de qualidade.  
 
Tel-Aviv
Principal porta de entrada para Israel, Tel-Aviv surpreende os visitantes mais desavisados. A cidade centro econômico do país e a segunda mais populosa é extremamente moderna. Com população jovem, excelentes restaurantes voltados para a gastronomia de todo o mundo, casas noturnas que entram pela madrugada e uma inacreditável, e belíssima, orla de frente para o Mar Mediterrâneo, Tel-Aviv é ideal para quem deseja curtir o lado urbano de Israel.
 
Difícil não se surpreender com o fato de Tel-Aviv ter uma praia tão animada e absolutamente democrática. Aproveite então o período da manhã para praticar SUP, alugue uma bicicleta, dê uma volta pelo calçadão e tome um drink com vista para o pôr do sol. Você vai se surpreender com o clima leve e até se arrepender de não ficar alguns dias a mais por lá. 
Tel-Aviv também é conhecida por ser o centro cultural do país. A fama se justifica pela boa oferta de museus como o Tel Aviv Museum of Art e o Palmach, cinemas, teatros, espetáculos musicais e galerias de arte. Até mesmo as lojas de vestuário deixam transparecer o design moderno (os moradores em nada lembram a tradicional Jerusalém) que segue por toda a cidade, que oferece boas opções de compras e mercados de rua deliciosos! 
Tel-Aviv é encantadora durante todo o dia, porém a fama da cidade se deve em grande parte à agitada vida noturna. Boa música, bares e excelentes opções para quem aprecia boa comida não faltam na cidade. Certamente você encontrará atividade para se manter ocupado 24h por dia em Tel-Aviv. 
 
Jerusalém
Há centenas de anos peregrinos de todo o mundo percorrem as ruas apertadas da Velha Jerusalém. A cidade, que data de mais de 3.000 anos a.C, concentra lugares sagrados para católicos, judeus, muçulmanos e seguidores de várias outras religiões. Difícil não se impressionar com a carga histórica que Jerusalém guarda dentro das muralhas. Impossível ficar indiferente às demonstrações de fé a cada instante, independente de ser ou não religioso. Não importa a fé ou nacionalidade de quem está em Jerusalém. O fato é que as terras, construções, ruas e templos dentro da muralha são disputados por muitos. No entanto, a Terra Santa é de todos.
Capital de Israel e maior cidade daquele país, Jerusalém é um convite à imersão nas tradições. Aliás, “segundo a tradição” talvez seja uma das frases mais ditas por lá. Independente do tipo de turismo que você busca, em Jerusalém a tradição sempre estará contigo. Os nomes que permeiam as ruas são tão familiares que é fácil sentir-se parte da fé que envolve o local. Você poderá seguir os caminhos de Jesus pela Via Sacra (ou Via Dolorosa); visitar o que restou do antigo Templo de Salomão, hoje conhecido como Mura das Lamentações; e avistar a Esplanada das Mesquitas enquanto acompanha um lindo pôr do sol do alto do Monte das Oliveiras.
 
A Velha Jerusalém é dividida em quatro bairros, Judeu, Árabe, Armênio e Cristão que representam bem a diversidade e divisão cultural da cidade. Apesar de ser fácil percorrer a região murada, o acompanhamento de um guia torna o percurso muito mais interessante. Você receberá informações detalhadas sobre a história e arquitetura local, incluindo visitas a todos os passos da Via Sacra, o Santo Sepulcro, o Muro das Lamentações e a Esplanada da Mesquista. Lugares como Monte das Oliveiras, Igreja das Nações, Jardins de Getsêmani, Torre do Museu de David e Mercado Árabe também estão neste roteiro.
    
A visita se torna muito mais interessante quando as informações vão além do que está nos panfletos turísticos. Para quem busca um tour de uma religião específica, é possível contratar guias especializados. Porém, o encanto de Jerusalém está exatamente em ver a diversidade religiosa e cultural que permeiam um lugar tão pequeno, a ponto de torná-lo sagrado.
 
Além do circuito pela Velha Jerusalém, há passeios que incluem a área nova da cidade, onde estão o Museu do Holocausto e o Museu de Israel. Para quem prefere roteiros menos turísticos, uma boa opção é percorrer a cidade nova com um tour gastronômico ou até de bicicleta. O fato é que Jerusalém ainda tem muitos segredos a revelar e histórias pra contar. 
Mar Morto e Massada
Ao sul de Israel, na região do Deserto da Judéia, o Mar Morto e as ruínas de Massada são passeios imperdíveis. Essa dupla está quase sempre no mesmo pacote e uma visita a Israel não é completa sem uma passadinha pelos dois. Vindo de Jerusalém ou de Tel Aviv, a viagem será incrível e cheia de paisagens deslumbrantes. 
 
Localizado no ponto mais baixo da Terra a 400 metros abaixo do nível do mar o Mar Morto reserva maravilhosas experiências para os turistas. O constante nevoeiro de poeira que paira sobre a região confunde o céu com o mar (que na verdade é um lago) e mostra um dos mais belos espetáculos naturais de Israel. A água de azul intenso, com textura oleosa, é famosa não só pelas propriedades medicinais cicatrizantes, mas também pelo excesso de sal. Tal característica permite que turistas flutuem na água sem nenhum esforço e fazem do Mar Morto um icônico cartão postal local. Não se esqueça da roupa de banho e aproveite também para fazer um spa natural com a lama negra in loco. 
    
Vizinho ao Mar Morto está o sítio arqueológico de Massada. A antiga cidade, construída em 30 a.C no topo de uma montanha em meio ao deserto e onde foi construído um dos palácio de Herodes, foi palco de um suicídio coletivo por parte dos moradores judeus que não queriam se entregar ao exército romano. O lugar é acessível por teleférico e, do alto, a vista é incrível. 
Galileia e Costa Mediterrânea
Palco de vários eventos mencionados na Bíblia, a região norte de Israel é destino certo dos turistas que visitam o país. Grande parte dos passeios que percorrem a área faz um tour voltado para os cenários descritos no livro sagrado para os cristãos, porém não só isso.
A verdade é que os cenários encontrados por lá são de extrema beleza e merecem ser vistos também por quem busca um roteiro de natureza e história. Independente do seu objetivo, será difícil ignorar que você estará percorrendo lugares descritos há milênios pela história. Nomes como Galileia e Nazaré fazem parte do imaginário coletivo e poderão finalmente tomar forma.   
 
Em Nazaré, cidade onde Jesus teria passado a infância, o principal foco de visitação é a Basílica da Anunciação. A construção marca o ponto onde, segundo a tradição, Maria teria recebido do Anjo Gabriel a anunciação sobre o nascimento de Jesus. 
Além de Nazaré, quem estiver fazendo um passeio pela região poderá velejar pelo Mar da Galileia; subir ao Monte das Beatitudes e visitar o Monte Carmelo; entrar nas águas do Rio Jordão (onde Jesus teria sido batizado); ver o local onde teria acontecido o Milagre da Multiplicação dos peixes, em Tabgha; e ainda subir as Colinas de Golan.
 
Os tours que percorrem a região norte do país quase sempre são casados com destinos à beira do Mediterrâneo.
 
É o caso dos sítios históricos de Cesareia e Acre (tombada pela UNESCO), onde escavações apresentam aos visitantes incríveis vestígios do Império Romano e do Reino das Cruzadas. Repleto de belas paisagens, as formações rochosas de Rosh Hanikra são um plus em alguns pacote. A cidade portuária de Haifa também faz parte das principais rotas. É lá onde estão os belíssimos Jardins de Bahai. 
    
Belém e Jericó
Localizadas em território palestino, Belém e Jericó fazem parte do circuito dos turistas que buscam visitar sítios religiosos. Segundo a tradição, foi em Belém que ocorreu o nascimento de Jesus, assim como do Rei David. Os pontos de interesse são a Gruta de Leite e o Campo dos Pastores. Vizinha à cidade de Belém, a cidade de Jericó é conhecida como uma das mais antigas mundo e parece ter parado no tempo. Alguns passeios incluem uma visita a Qasr al-Yahud, área do Rio Jordão localizada na Cisjordânia onde Jesus teria sido batizado por João Batista. 
 
Petra
Apesar de não estar localizado em Israel, mas sim na Jordânia, é muito comum que turistas busquem passeios para Petra. O sítio arqueológico da cidade é considerado Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO e recentemente recebeu o título de uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo. A visita pode ser feita em um ou dois dias, combinando também com outros pontos de interesse naquele país. 
Os passeios partem em transporte terrestre da cidade de Eilat, no sul de Israel. 
Como Chegar?
Quem deseja visitar Israel deve se preparar para longas horas dentro de um avião. Para chegar ao país, localizado no Oriente Médio, não há nenhuma opção de voo direto saindo do Brasil. As rotas oferecidas passam obrigatoriamente ao menos por uma escala. O caminho mais comum é saindo do Brasil para a Europa, de onde há fartura de voos para Israel. A principal porta de entrada para voos internacionais é o Aeroporto Internacional de Ben Gurion, localizado na cidade de Lida, a apenas 20 km de Tel Aviv, principal centro financeiro do país.
 
O mais rápido trajeto entre Brasil e Israel é com saída da cidade de São Paulo, escala em Istambul e chegada em Tel Aviv. O tempo total do percurso é de 15h35 e o voo é operado diariamente pela Turkish Airlines. Outras opções são Air France, via Paris; Singapore, via Barcelona; Alitalia, via Roma; Ibéria, via Madri; Lufthansa, via Munique e Swiss, via Zurique. As opções são muitas para quem fará escala na Europa.
 
É importante saber que, no momento do embarque no último destino que levará direto para Israel, há um controle rígido de segurança. Antes de entrar no avião, seja onde for a sua escala, você será sabatinado por guardas israelenses. As perguntas são para todos. Evite distrair-se, não minta em nenhuma hipótese e responda calmamente a todas as perguntas.
 
Documentação
Cidadãos brasileiros não precisam de visto para visitar Israel. No entanto, o país exige que o viajante tenha um passaporte com, pelo menos, seis meses de validade a partir da data de entrada em Israel.
 
Passagem pela Imigração
Apesar de não haver necessidade de visto, todos os viajantes que chegam a Israel passam, obrigatoriamente, pelo processo de imigração. Ainda no avião, todos recebem um formulário (17L) que deve ser preenchido por completo e apresentado ao agente da imigração. O mesmo formulário deve ser apresentado na saída do país, por isso mantenha o documento em local seguro.
 
A imigração de Israel, apesar de não exigir visto, mantém um rigoroso sistema de segurança. Para evitar qualquer tipo de problema, responda claramente a todas as perguntas, não faça nenhuma brincadeira enquanto estiver na área da imigração e lembre-se de levar todos os comprovantes da viagem, como passagem e hospedagem.
 
Não há problema para viajantes que visitam Egito e Jordânia.
É permitida a estada com visto de turista por até três meses. O visto de Israel não é um carimbo, mas sim um documento impresso. Isso evita problemas para quem pretende visitar países que não mantêm relações diplomáticas com Israel.
 
Saindo do aeroporto
Maior aeroporto de Israel, o Ben Gurion, é a principal porta para os visitantes que chegam ao país. Localizado a apenas 20 km de Tel Aviv e a 57 km de Jerusalém, ele recebe voos de toda a Europa. Sair do aeroporto é tarefa fácil. São muitas as opções oferecidas aos viajantes, tanto para quem deseja ir direto para Jerusalém quanto para quem ficará hospedado em Tel Aviv.
 
A maneira mais econômica e rápida para deixar o aeroporto é usando o sistema de trem. O trajeto dura em média 20 minutos até Tel Aviv (custo de NIS 16) e 40 minutos até Jerusalém (custo de NIS 23,5). O sistema é moderno, confortável e permite locomoção entre várias cidades. A plataforma de acesso para o transporte fica no Terminal 3 do aeroporto.
 
O trem leva para as quatro estações de Tel Aviv. Verifique a mais próxima do seu hotel e, caso seja necessário, pegue um táxi para o restante do caminho. O trem também faz o percurso para outras cidades, como Haifa, Caesarea e Jerusalém. Veja o itinerário completo das linhas de trem
 
Vale lembrar que o transporte público de Israel não opera durante o Shabat, ou seja, nada de trem entre a tarde de sexta-feira e o pôr do sol de sábado. Caso você chegue ao aeroporto durante o Shabat, a melhor opção é o táxi.
 
Horário de funcionamento do trem: Domingo a quinta, 24h; Sexta até 14h30; Sábado a partir de 21h15.
 
Uma opção menos prática é o ônibus Egged. As linhas que servem a região não chegam ao aeroporto. Por isso o serviço de ônibus oferece um transfer gratuito linha número 5 entre o ponto final na El-Al e o aeroporto (nível 2 do Terminal 3). Veja todas as linhas que chegam ao ponto, distante 5 km do aeroporto.
 
Para quem prefere não se preocupar com o percurso, duas boas opções são o táxi e a van compartilhada, chamada de “sherut”. O custo do táxi até o centro de Tel Aviv é de NIS 150 e a van NIS 30 (até Jerusalém é NIS 60). Os dois podem ser acessados pelo Terminal 3, nível G e funcionam 24h, todos os dias da semana.
 
Os viajantes que pretendem sair do aeroporto em carro alugado não terão dificuldade. No desembarque estão localizadas as cabines de atendimento de todas as operadoras de aluguel de veículo. Elas fornecerão a orientação para localização dos carros de cada uma. 
Dicas
Documentação
Brasileiros não precisam de visto para entrar em Israel. No entanto, o passaporte deve ter validade mínima de seis meses a partir da data de entrada naquele país.
 
Apesar de não haver necessidade de visto, todos os viajantes que chegam a Israel passam, obrigatoriamente, pelo processo de imigração. Ainda no avião, todos recebem um formulário (17L) que deve ser preenchido por completo e apresentado ao agente da imigração. O mesmo formulário deve ser apresentado na saída do país, por isso mantenha o documento em local seguro.
 
A imigração de Israel, apesar de não exigir visto, mantém um rigoroso sistema de segurança. Para evitar qualquer tipo de problema responda claramente a todas as perguntas, não faça nenhuma brincadeira enquanto estiver na área da imigração e lembre-se de levar todos os comprovantes da viagem, como passagem e hospedagem. Não é incomum que passageiros que estiveram em países que não mantêm relações diplomáticas com Israel passem por um processo de entrevista bem mais rigoroso que o normal. Caso visite algum desses países, guarde todos os comprovantes de passeios, hospedagem e passagem. Não há problema para viajantes que visitam Egito e Jordânia.
 
É permitida a estada com visto de turista por até três meses. O visto de Israel não é um carimbo, mas sim um documento impresso. Isso evita problemas para quem pretende visitar países que não mantêm relações diplomáticas com Israel.
 
Evite andar com o passaporte na rua. Deixe-o guardado em local seguro no hotel e use a carteira de motorista apenas acompanhada de uma cópia do passaporte. Tenha sempre também uma cópia do passaporte online (no email, por exemplo). Em caso de perda, comunique imediatamente a embaixada ou consulado mais próximo. A cópia do passaporte facilitará a retirada de um documento de emergência.
 
A carteira de motorista brasileira CNH tem validade para quem pretende dirigir em Israel. Por isso, não se esqueça de levá-la. A PID (Permissão Internacional para Dirigir) não é obrigatória. 
 
Idioma
A língua oficial em Israel é o hebraico e o árabe. Apesar de não ser oficial, o inglês é comumente falado entre os moradores. As placas de sinalização no país são escritas nas três línguas. O mesmo acontece com a maioria dos cardápios, panfletos informativos e outros. O Ministério do Turismo de Israel indica guias credenciados que falam português. 
 
Tomada
O padrão de voltagem em Israel é de 220V. A tomada é de três pinos redondos que formam um triângulo equilátero. Apesar de ser de três pinos, não é o mesmo padrão do Brasil. Caso o seu aparelho tenha tomada no padrão brasileiro, lembre-se de levar um adaptador. Cuidado na hora de ligar os eletrônicos na tomada, eles podem ter a voltagem diferente.
 
Fuso Horário
O fuso horário em Israel é de +5 horas em relação à Brasília (GMT+2), porém entre março e outubro prevalece o horário de verão, com fuso de +3 horas em relação a Brasília. Lembrando que Brasília está em GMT -3.
 
Dinheiro
A moeda oficial em Israel é o Novo Shekel Israelense (NIS), ou apenas shekel. Os centavos, em Shekel, são chamados de agorás. As notas existem em valores de 20, 50,100 e 200 e as moedas em 5, 10, 25 e 50 agorás. 
Casas de câmbio estão disponíveis por toda a cidade, porém oferecem variação na taxa de conversão. Vale a pena pesquisar antes de trocar o dinheiro. Bancos também oferecem câmbio e funcionam de segunda a sexta a partir de 8h30. O horário de fechamento, à tarde, varia entre os estabelecimentos.
 
Cartões de crédito e débito são amplamente aceitos e caixas eletrônicos estão espalhados por toda a cidade. Lembre-se sempre de desbloquear o cartão para uso no exterior e nunca leve apenas uma opção de pagamento. Em Israel, os cartões ainda passam pela tarja magnética, por isso lembre-se de avisar à sua operadora de cartão de crédito. 
 
As gorjetas em Israel são, oficialmente de 10% do valor total de consumo, como no Brasil. Porém o valor é considerado baixo entre os israelenses, sendo considerado mais comum o pagamento de 15%.
Segurança
Sem dúvida, este é o ponto que mais preocupa os turistas que viajam para Israel. Segurança é um fator realmente importante, porém não impeditivo para a viagem. Apesar de ser uma zona em constante conflito, não é comum incidentes de segurança em Israel. Pequenos delitos, como furtos, são muito incomuns. Caminhar pelas cidades, mesmo à noite, é seguro. 
 
Para quem não está acostumado, pode ser muito estranho ver tantos jovens armados pela rua. Porém é um hábito comum em Israel. Os jovens israelenses que prestam serviço militar são responsáveis pelo próprio armamento. Por isso você verá armas em restaurantes, lanchonetes, shoppings, praia… Enfim, todo lugar. Isso não quer dizer que a área esteja sob qualquer tipo de risco. 
 
Grupos grandes de pessoas obrigatoriamente são vigiados por segurança. Por exemplo: é comum ver turmas de crianças no parquinho com seguranças armados. 
 
Transportes públicos são constantemente vigiados devido ao risco potencial de atentados, já que recebem um grande número de pessoas. O mesmo acontece com centros comerciais, templos religiosos e outros. Muitos possuem detector de metal na entrada e todas as bolsas são revistadas.
 
É importante ficar atento ao alarme de ataque aéreo. Caso ele seja acionado quando estiver no país, siga as orientações do local onde você está. É comum que estabelecimentos comerciais e casas tenham um porão para abrigo antibomba. 

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