CHAPADA DIAMANTINA

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Quando Ir?
A Chapada Diamantina é um ótimo destino para ser visitado durante todo o ano. Cada estação é especial e em todas a Chapada reserva cenários deslumbrantes. É importante ficar atento para alguns detalhes que podem ajudar na escolha das datas, como a diferença de clima, a temporada de chuvas, a quantidade de água nas cachoeiras e, principalmente, o número de turistas na alta temporada. Ah! E não podemos esquecer que o fenômeno do facho de luz do sol nas grutas acontece em poucos meses do ano. Se desejar vê-lo, é preciso se programar para a data correta. 
 
Clima
O clima na Chapada Diamantina é marcado por dois períodos distintos. O primeiro, de novembro a março, é quente e úmido, com muitas chuvas e temperaturas mais elevadas. Já os meses de maio a setembro são marcados pelo período mais seco e com temperaturas um pouco mais baixas. Os dois períodos têm vantagens, por isso é preciso estar atento às prioridades da viagem ao escolher o momento ideal para viajar.

Alta e baixa temporada

A alta temporada na Chapada Diamantina coincide com o período de férias escolares e feriados prolongados. Quem visita a Chapada nos meses de julho, dezembro, janeiro e fevereiro encontra um número maior de turistas, atrações mais cheias e também tarifas de hospedagem mais caras. O mesmo vale para feriados como Carnaval e Semana Santa.

  Outro período que agita a cidade é o Festival de Lençóis, que acontece normalmente no feriado de 12 de outubro, na cidade de Lençóis. O mês de agosto, apesar de fora da rota dos brasileiros, é o mês com maior número de estrangeiros, devido ao período de férias em outros países. Em outros períodos, a Chapada Diamantina costuma ter fluxo tranquilo de turistas.

Para quem pretende fazer passeios com agência, é importante ficar ligado ao período de alta e baixa temporada. Na alta, será fácil conseguir grupo para fazer a maioria dos tours, já na baixa temporada será necessário um pouco mais de organização para não ficar sem grupo. Muitas agências saem apenas com o número mínimo de turistas, o que pode ser um problema, especialmente para quem viaja sozinho. Nesse caso, o ideal é fechar um pacote já com tudo incluído, o que garante que todos os passeios serão realizados independente do número de viajantes.

O que Fazer?
A Chapada Diamantina é um paraíso para os fãs do ecoturismo e do turismo de aventura. A região, de onde faz parte o Parque Nacional da Chapada Diamantina, oferece atrações e atividades capazes de manter facilmente o viajante ocupado por um mês. Será impossível se sentir entediado nesse exuberante cenário entre belas cachoeiras, poços de águas transparente, grutas com formações raras e trilhas por paisagens grandiosas. E como se não bastasse as belezas naturais, a Chapada Diamantina ainda encanta com lindas cidades históricas, gastronomia bem elaborada e um povo muito hospitaleiro. É daqueles lugares onde temos a certeza de voltar um dia e de onde sempre sentiremos saudade. 
 
Apaixonar-se pela Chapada Diamantina não será difícil. Basta um pôr do sol no alto do Pai Inácio para o coração bater mais forte e você cair de amores pela Chapada. Porém há muitas coisas a se fazer por lá que também são capazes de arrebatar os corações viajantes. Difícil não se emocionar com os raios de luz no Poço Azul e no Poço
 
Encantado, com o arco-íris formado pela água da Cachoeira da Fumaça ou pelo caminho em meio ao cânion que leva à Cachoeira do Buracão. E bastará um banho nas águas vermelhas da Chapada Diamantina para recarregar as energias e entender que ali é um dos melhores lugares do Brasil para quem deseja intenso contato com a natureza. O destino é inteiramente apaixonante, mas vale destacar alguns detalhes que o tornam ainda mais especial! Veja o que fazer na Chapada Diamantina para curtir ao máximo cada momento!
 
Assista ao pôr do sol no alto do Pai Inácio
Depois de um longo dia de passeio, nada como pegar o entardecer no alto do Morro do Pai Inácio. Você pode subir até o topo durante todo o dia, porém é perto do pôr do sol que o Pai Inácio ganha contornos ainda mais especiais. A cada minuto, a luz se transforma e o visual do alto da Chapada Diamantina ganha ainda mais cores. Ao subir, não deixe de procurar o coração de pedra que simboliza toda a paixão que a Chapada  Diamantina causa nos viajantes.
 
Mergulhe em todas as cachoeiras e poços por onde passar
Abstraia a água gelada que insiste em tomar conta da Chapada Diamantina e se jogue em todas as porções de água possíveis durante os passeios. Mergulhar na água da Chapada é revigorante e cada cachoeira e poço será uma pequena porção de paraíso. Quanto mais difícil for para chegar, melhor será o banho. Conte até três e não tenha medo. O choque térmico logo dará lugar ao encanto de nadar por águas, muitas vezes, de cores incríveis. Ora a água terá tons avermelhados, ora será de azul intenso e muitas vezes ela será de transparência impressionante.
 
Visite os poços da Chapada Diamantina e assista ao espetáculo dos fachos de luz 
Além das cachoeiras, a Chapada também oferece a deliciosa experiência de mergulhar em poços de água transparente, muitas vezes com incrível tom de azul. Os mais famosos poços da Chapada Diamantina são conhecidos pelo fenômeno da luz do sol, que, ao entrar pelas frestas das grutas, atinge a água e forma um lindo facho de luz. A cena está entre as mais belas da Chapada Diamantina e também é um dos principais cartões postais da região.
 
Os poços mais famosos, e onde é possível observar o fenômeno, são o Poço Azul e o Poço Encantado. Para ver a cena, é preciso fazer a visita em períodos específicos do ano e do dia, quando o sol entra pela posição exata que permite a ocorrência do fenômeno. No Poço Azul, a visita inclui também a experiência de flutuação na água. Já no Poço Encantado o tour é apenas para observação da luz. Vale dizer que independente de ser ou não o período certo do fenômeno, a visita aos dois poços é linda e vale mesmo sem ter o famoso facho de luz. 
Como Chegar?
A Chapada Diamantina ocupa uma grande área do estado da Bahia. São 38 mil km² repletos de atrações. A principal porta de entrada para quem pretende visitar a região é a cidade de Lençóis, localizada a 430 km da capital Salvador. O único aeroporto apto a receber voos comerciais regulares está em Lençóis. A cidade é também a principal base para quem deseja começar a explorar a Chapada Diamantina, por isso grande parte dos turistas chega por lá. 
 
Chegando de avião
Viajar de avião é quase sempre a maneira mais rápida para chegar à Chapada Diamantina, porém não necessariamente será a mais prática e muito menos a mais barata. Todos os voos que chegam ao Aeroporto de Lençóis - LEC (localizado em Tanquinho, a 20 km de Lençóis) são operados pela companhia aérea Azul e a partida é sempre de Salvador.
 
Quem deseja chegar a Lençóis de avião deverá, portanto, voar até Salvador e depois fazer o segundo trecho com a companhia aérea Azul. A rota, muito limitada, obriga a todos os turistas que não estão em Salvador a realizarem, no mínimo, dois voos para chegar até Lençóis. E como a companhia aérea é a única a operar o trajeto, o custo de uma passagem pode ser bem alto, a depender da antecedência da compra ou alta temporada.
 
Os voos de Salvador para Lençóis não são operados todos os dias da semana e têm como padrão saídas às quintas e domingos. É preciso se programar, especialmente no caso de contratar um tour de vários dias com data de saída fixa. Na alta temporada, durante o verão, a Azul costuma investir em mais voos durante a semana. Vale pesquisar com antecedência para não pagar muito caro ou ficar sem data para voar.
 
Chegando de ônibus
Quem não deseja fazer o trecho final até a Chapada Diamantina de avião poderá recorrer aos ônibus intermunicipais. A principal rota, a partir de Salvador, é para a cidade de Lençóis. O trajeto é operado pela Real Expresso/Rápido Federal e há vários horários disponíveis por dia, o que facilita a vida de quem chega de avião a Salvador. O ideal, no caso de fazer a rota mista com avião e ônibus, é deixar, no mínimo, duas horas de intervalo entre os dois transportes. Assim, o risco será menor de perder o segundo trecho de ônibus no caso de problemas com atraso no voo. 
 
Chegando em Lençóis de ônibus - O trajeto de Salvador até Lençóis é operado pela Real Expresso/Rápido Federal. A viagem tem 7h de duração e há três horários disponíveis no dia, sempre de manhã, à tarde e à noite. Vale também seguir de ônibus de Brasília ou São Paulo, mas nos dois casos é preciso trocar de veículo na cidade de Seabra. Consulte o site da Real Expresso para mais informações sobre tarifas e horários. A Rodoviária de Lençóis está localizada bem próxima do centro da cidade e é fácil chegar a pé a grande parte dos hotéis, porém evite malas de rodinha, já que o chão é todo de pedras. 
 
Chegando ao Vale do Capão de ônibus - Quem deseja viajar para o Vale do Capão deve comprar a passagem com destino a Palmeiras, na Bahia. O trajeto é o mesmo de quem vai para Lençóis, mas o ponto de descida é diferente. A viagem, com 7h30 de duração, está disponível em três horários, sempre de manhã, à tarde e à noite. Ao chegar à Rodoviária de Palmeiras, carros estarão à disposição para fazer o trajeto final de 20 km em estrada de terra até o Vale do Capão.
 
Chegando em Andaraí e Mucugê de ônibus - As duas cidades não estão na rota principal de hospedagem, mas valem a visita e um pernoite! Se a ideia é chegar direto a uma delas, a empresa que opera a rota de ônibus a partir de Salvador é a Viação Cidade Sol.
Dicas

Tenha Atenção

Ao contratar um agência ou guia, procure serviços credenciados e a associação de guias locais de cada uma das cidades base. O conhecimento dos guias é fundamental para a segurança nas trilhas. Procure um profissional sério, e não apenas preço baixo;

Não se aventure sozinho em trilhas desconhecidas. Trilhas longas na Chapada Diamantina costumam ser mal sinalizadas e não é seguro fazer o trajeto sozinho ou sem acompanhamento profissional

 
Ajude o Meio Ambiente

Seja um turista consciente e ajude a preservar a Chapada Diamantina. Não jogue lixo nas trilhas, não cause danos ao meio ambiente, não faça fogueiras em locais proibidos e siga as regras de visitação de cada um dos atrativos

 
Calor Demasiado
Protetor solar é item obrigatório na Chapada Diamantina. O calor na região é intenso e muitas vezes haverá longa exposição ao sol. Previna-se também com roupas que tenham proteção contra raios UV. Protetor labial é importante principalmente no período da seca, quando a umidade está baixa e os lábios podem apresentar rachaduras;
Estrutura da Chapada

Cartões de crédito - principalmente Mastercard e Visa, são amplamente aceitos na cidade de Lençóis e em grandes estabelecimentos de cidades menores, como Mucugê e Vale do Capão. Porém vale ficar atento, pois é comum que comércios aceitem pagamentos apenas em dinheiro. Tenha sempre uma reserva em espécie para emergências e também para pagar a entrada em atrativos, caso seja necessário;

 

Na cidade de Lençóis, há um Banco do Brasil e também postos de atendimento do Bradesco (para saque, mas com serviço inconstante) e Caixa Econômica Federal (lotérica), assim como agência dos Correios. Serviços do Banco do Brasil, Caixa Econômica e Bradesco também são encontrados em Andaraí, Mucugê e Rio de Contas. No Vale do Capão, há atendimento Bradesco. O único Banco 24 Horas da Chapada Diamantina está localizado em Itaberaba.

 
Lista básica de itens para levar
  • Câmera fotográfica e câmera fotográfica subaquática (com acessórios);
  • Bota ou outro calçado para trilha;
  • Chinelo;
  • Meias especiais para trilha (ajudam muito a não machucar os pés);
  • Roupas para trilha (opções de bermudas e calças);
  • Lanterna (para o caso de trilhas de mais de um dia);
  • Protetor solar;
  • Repelente contra insetos;
  • Medicamentos de uso pessoal;
  • Produtos de higiene pessoal (para quem fará trilha com pernoite, o ideal são potes pequenos);
  • Roupas de banho;
  • Mochila pequena para trilhas curtas e mochila média para trilhas de mais de dois dias;
  • Casaco leve para o verão ou trilhas com pernoite;
  • Casaco mais pesado para o período do inverno, especialmente se houver pernoite em camping;
  • Casaco corta vento e impermeável ou capa de chuva para o período de chuvas;
  • Toalha compacta de alta absorção;
  • Boné, chapéu e óculos de sol;
  • Carregador externo de bateria (caso você não viva sem o telefone);
  • Bolsa impermeável;
  • Calçados e roupas confortáveis para sair à noite (o calçamento é quase sempre de pedra e não há luxo na Chapada Diamantina);
 
Segurança
A Chapada Diamantina é um destino seguro e não é comum o relato de assaltos ou outros crimes contra turistas. Ainda que não seja comum, é importante sempre estar atento aos bens de valor, especialmente ao visitar os atrativos. Evite deixar dentro do carro objetos à mostra e não largue bolsas nas cachoeiras sem supervisão.
 
As estradas da região não são confiáveis. Há muitos buracos, terrenos irregulares e os motoristas costumam, constantemente, fazer ultrapassagens em locais proibidos. Fique sempre atento caso esteja dirigindo.

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