BARILOCHE

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Quando Ir?
Antes de pensar em quando viajar, é preciso saber qual Bariloche você prefere encontrar. A Bariloche de neve ou a da natureza exuberante? O verão é indicado para fazer caminhadas e passeios ao ar livre, pois nesse período as temperaturas estão mais agradáveis e o tempo, mais firme, sem tantas chuvas. O inverno, por outro lado, traz a neve se sua ideia é conhecer Bariloche toda branquinha e fazer esqui ou snowboard, não há dúvidas: vá no inverno! 
 
No verão, a média fica na casa dos 14ºC, ultrapassando os 20ºC em dias quentes. Nessa época o sol fica presente por mais tempo a escuridão só chega lá pelas 21h-22h e é possível aproveitar melhor o dia. Esse período é ótimo para quem não gosta muito de frio, para fazer esportes aquáticos, passeios nos lagos da região e trekking, além de ser uma temporada de preços mais atrativos. 
 
O inverno é o período das precipitações e, consequentemente, da neve. As temperaturas ficam em torno dos 2,5ºC, podendo ser mais altas durante o dia, na casa dos 8ºC, mas também chegando a médias mínimas de -3ºC e sensação térmica de -16ºC durante a madrugada, por exemplo. Sim, faz bastante frio! Capriche nas roupas quentes. 
 
Bem, se você viaja com o objetivo de esquiar, fazer Snowboard ou mesmo esqui-bunda deve estar se perguntando quando viajar. Essa é uma pergunta sem resposta completa a temporada de neve varia todos os anos, dependendo da quantidade de neve que cai.
 
Normalmente, as estações começam a funcionar no final de junho e ficam abertas até o final de setembro ou início de outubro. Quer ter certeza se no período em que você quer viajar haverá neve suficiente para esquiar? Acompanhe os sites dos centros de esqui, como Cerro Catedral e Cerro Bayo. Como as condições climáticas mudam a cada ano, não dá para precisar quando começa e termina a temporada de neve com meses de antecedência. 
 
Julho é alta temporada e as duas semanas centrais do mês são aquelas com preços mais altos nos hotéis e cidade cheia de gente. Viajar no final de junho ou a partir da segunda quinzena de agosto já garante preços melhores nas diárias dos hotéis e nas estações de esqui, além de ser melhor, também, para quem prefere encontrar a cidade e as pistas mais vazias. 
 
Em resumo:
 
Junho: preços de baixa temporada até o finalzinho do mês.
Julho: média e alta temporada a média temporada poderia ser nos primeiros e nos últimos dias do mês. Época de férias e de muita gente na cidade. 
Agosto: média temporada no início do mês e baixa temporada a partir da segunda quinzena.
Setembro: preços de baixa temporada, com menos gente na cidade.
Janeiro: baixa temporada, temperaturas mais agradáveis, sem neve. 
O que Fazer?
Bariloche é um destino com muitas coisas para fazer. Tente reservar ao menos cinco dias para ficar na cidade e aproveitar os principais passeios. Se quiser passar alguns dias conhecendo a região com calma e pegar mais jeito com os esportes de neve, uma semana ou dez dias talvez se encaixem melhor na programação. 
 
Como há muitos passeios diferentes, faça uma seleção dos que têm mais a ver com seu perfil. Não se esqueça de incluir no roteiro as paradas obrigatórias, como: Cerro Catedral, voltado para esqui e snowboard; Piedras Blancas, indicado para esquibunda; e Cerro Otto, que tem uma vista incrível de sua parte superior, com uma Confeitaria Giratória bem legal. O Cerro Campanário, com sua vista espetacular, também é imprescindível, assim como o Circuito Chico, que apresenta aos visitantes algumas paisagens ao longo do Lago Nahuel Huapi, na frente de Bariloche.
 
Se o tempo estiver mais folgado, aconselhados conhecer: Villa La Angostura e seu Cerro Bayo; San Martín de Los Andes; o Cerro Tronador e o Glaciar Negro; e fazer passeios de barco, como os que levam a Ilha Victoria e Puerto Blest. 
 
Recomendamos reservar um tempo para o centro de Bariloche, que pode não ter toda a beleza das montanhas, mas é cheio de lojinhas legais, incluindo as maravilhosas lojas de chocolates. Outro lugar importante para conhecer é Centro Cívico, onde estão o Museu da Patagônia, a bandeira argentina e o monumento a Julio Roca. 
 
À noite, descanse jantando num bom restaurante, pois pratos deliciosos não faltam. Nos cardápios da região você encontrará muitas carnes, peixes como truta e salmão, além de fondues. Se quiser curtir um lugar descontraído, vá ao Wilkenny, um dos points da vida noturna.
 
Muita gente viaja ao lugar imaginando que terá apenas contato com a neve, mas se surpreende ao ver que Bariloche é um destino para ir uma vez e voltar várias outras. A região tem boa estrutura, paisagens extraordinárias e um enorme leque de atividades para fazer.
Como Chegar?
Bariloche está a cerca de 1600km de Buenos Aires pelas estradas argentinas, ou a menos de 2h em avião. Durante todo o ano há voos diários da capital portenha até a cidade, especialmente no período de inverno, quando o fluxo de aeronaves chegando e partindo é intenso. 

Uma alternativa interessante é aproveitar a viagem para conhecer o lado chileno dos lagos andinos e agregar um novo destino ao roteiro. Do lado chileno, pode-se utilizar o Aeroporto de Puerto Montt, por exemplo, e fazer a travessia pelos lagos através do Cruce Andino, ou, se quiser economizar, fazer o caminho entre os dois países de ônibus. 
 
Avião
Entre as principais empresas que operam no destino estão Latam Chile ou Brasil, Azul, Aerolíneas Argentinas e Austral (que pertence ao grupo da Aerolíneas). Para os brasileiros que querem conhecer o lugar, uma das melhores opções é a Latam Brasil, ou a própria Aerolíneas Argentinas, que tem voos partindo das principais capitais brasileiras. O Aeroparque, aeroporto argentino com diversos voos domésticos, é o principal meio de ligação até Bariloche. 
 
Os horários de conexões nem sempre são favoráveis para os brasileiros, principalmente para os que não vivem nas maiores capitais do país. Pode acontecer de os horários de voos e conexões não serem atrativos e exigirem várias horas de espera em um aeroporto. Nesse caso, nossa sugestão é fazer da conexão um momento mais agradável: tente fazer um stopover. Se você precisar passar muitas horas esperando pelo próximo voo em Buenos Aires, por exemplo, uma sugestão é ficar um ou dois dias no destino e só depois partir para Bariloche. 
 
O Aeroporto de Bariloche é de pequeno porte, mas tem a estrutura básica de que um turista precisa. Ele está localizado a cerca de 13km do centro da cidade, tem visual moderno e até uma loja de chocolates Rapa Nui, para quem precisar fazer compras de última hora. A chegada ao terminal é bonita, pois o aeroporto está cercado pela Cordilheira dos Andes, vale a pena estar em um assento na janela do avião.
 
Nossa dica é chegar ao aeroporto com pelo menos umas duas horas de antecedência em relação ao horário programado para o voo, pois vez ou outra chegam ao terminal grupos grandes de turistas de uma só vez, podendo deixar o check-in mais lento. 
 
Saindo do aeroporto
Na hora de deixar o Aeroporto Teniente Luis Candelaria você conta com o serviço de táxis, ônibus e vans. Um táxi cobra cerca de $100 para ir até o centro, enquanto uma van compartilhada sai por $40 por pessoa. Os ônibus são indicados apenas para quem está com mala pequena, porque não há espaço destinado às bagagens. 

Nossa sugestão: para quem está em família, vale a pena utilizar os táxis. Lembrando que você pode negociar o valor se o veículo em questão for um remis (sem taxímetro, com preços tabelados). 

 
Se estiver em poucas pessoas (uma ou duas), as vans compartilhadas são suficientes
para fazer o trajeto. 
 
De ônibus
As 22 horas de ônibus a partir de Buenos Aires contra as duas de avião não contam a favor de quem deseja fazer essa viagem por terra. O trajeto é realmente demorado e o preço, comparado ao ofertado pelas companhias áreas, muitas vezes não compensa.
Caso opte por fazer a viagem por terra, tenha ciência do tempo gasto e, para seu maior conforto, opte por um ônibus onde o assento vire uma cama. 
 
De Puerto Montt ou Osorno, ambos no Chile, até Bariloche, de ônibus, são cerca de cinco horas. O trajeto em si não é longo, porém é preciso parar duas vezes ao longo do caminho para fazer os trâmites de imigração dos lados chileno e argentino. Para mais informações sobre a travessia, veja esse post.
 
De carro
Partindo de Buenos Aires, são cerca de 1600km, a maioria deles percorridos em estradas como a RN 5, a RN 152, a RN 237 e a RN 40, passando, principalmente, pela cidade de Neuquén, onde é possível fazer uma parada. 

Partindo do Chile, é possível passar por diferentes cidades, incluindo Puerto Varas, Osorno e Pucón o tempo de viagem varia de acordo com as cidades incluídas ao longo do trajeto. Villa La Angostura, do lado argentino, é um dos acessos mais utilizados para chegar a Bariloche.
Dicas
Documentação
Brasileiros que queiram conhecer Bariloche ou outras cidades do território argentino não precisam de visto ou passaporte, bastando o RG. Recomendamos levar um RG em bom estado de conservação e que tenha foto identificável, para que o oficial da imigração não tenha dificuldades em reconhecer a foto. A CNH brasileira não serve para entrar no país, porém é indispensável para alugar um automóvel.
 
Aluguel de esqui ou snowboard:
Quem pretende esquiar ou praticar snowboard precisará alugar o equipamento. Comprá-los só é viável se você planeja se aprofundar no esporte e tem planos de esquiar com frequência, pois o investimento é alto.  

 
No centro de Bariloche você encontra várias opções de lojas de aluguel, bem como nas proximidades das estações de esqui. Os preços são diversos e dependem do modelo do produto e de sua qualidade.
 
Normalmente, o aluguel em lojas próximas das estações é um pouco mais caro, porém alugando o equipamento longe das pistas você terá que se deslocar com eles ou pagar para guardá-los o que nem sempre é confortável. Nossa sugestão é alugar as roupas na cidade e os equipamentos, próximo aos cerros. 
 
Uma dica importante é reservar um tempo antes de praticar o esporte para experimentar o equipamento; às vezes, escolher o tamanho adequado das botas pode demorar um pouco.
 
Moeda
A moeda que circula no país é o peso argentino (ARS), identificado por um $. Real e dólar são aceitos com facilidade pelas lojas, assim como os cartões de crédito. Caixas eletrônicos de diferentes bancos e bandeiras estão, principalmente, no centro da cidade.
Segurança
Bariloche é uma cidade pequena e considerada segura. Não se vê grande quantidade de policiais nas ruas, mas o local é pacato e indicado para caminhar a pé sem perigo. 

A fama de Buenos Aires, no que diz respeito a furtos e golpes no meio da rua, não deve ser estendida a Bariloche. É claro que você não deve descuidar de seus pertences tenha os sempre à vista e dê atenção ao tipo de notas que recebe, especialmente se fizer câmbio negro, mas a cidade não é tão visada pelos golpistas quanto a capital portenha. 

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